Magnitude: o tamanho da energia liberada pelo terremoto. Não é uma escala linear, cada ponto a mais representa cerca de 32 vezes mais energia. Um terremoto de magnitude 6 libera muito mais que o dobro de energia de um de magnitude 5.
"É a escala Richter?" Hoje em dia, na maioria das vezes, não exatamente. A Richter original é de 1935 e funciona mal pra terremotos grandes ou distantes. O USGS (fonte destes dados) normalmente usa a magnitude de momento (Mw), uma escala mais moderna e precisa, calibrada pra dar números parecidos com a Richter nos casos comuns, por isso o público em geral continua chamando tudo de "escala Richter" no dia a dia.
Profundidade: a que distância abaixo da superfície o terremoto aconteceu. Terremotos rasos (poucos km) costumam ser mais destrutivos na superfície que terremotos profundos de mesma magnitude, porque a energia tem menos terra pra atravessar até chegar em você.
Local (place): a distância e direção até a cidade conhecida mais próxima do epicentro, não o nome de uma cidade atingida.
Os círculos no mapa crescem de tamanho conforme a magnitude aumenta.
A posição é calculada no seu navegador a partir dos elementos orbitais (TLE) publicados pelo CelesTrak, os mesmos dados que astrônomos amadores usam pra prever passagem de satélite. É uma previsão matemática (modelo SGP4), então tem uma margem de erro pequena, normalmente de poucos km.
São exibidos todos os satélites ativos catalogados publicamente, o que inclui constelações inteiras (Starlink, OneWeb), satélites de observação da Terra, GPS/GNSS, militares não classificados e as estações espaciais, destacadas em azul.
Clique num ponto e depois em "explicar esse satélite" pra um modelo de IA descrever o que aquele satélite específico provavelmente faz, com base no nome dele.
Dados de ADS-B, o sistema que todo avião comercial moderno transmite com sua própria posição, altitude e velocidade, captado por uma rede de receptores voluntários no mundo todo (OpenSky Network). Aviões militares ou que desligam o transponder não aparecem.
Índice Kp: mede o quanto o campo magnético da Terra está agitado por atividade solar, numa escala de 0 a 9. Acima de 5 já é considerado tempestade geomagnética, o tipo de evento que pode afetar comunicação por rádio, GPS e, em casos fortes, causar aurora boreal/austral visível em latitudes menores que o normal.